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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Poemas

Meus poemas são meus mantras.
Minha identidade.
Minha entidade.
Meus sonhos.
Meus medos.
Meus desejos.
Meus anseios.
Meus dias de glória.
São minha vaidade.
Minha veia para a maldade.
Me definem,
Me dão sentido,
Me dizem pra onde vou,
Quem sou,
Pra que existo.
Meus poemas são meu reflexo,
São quem sou de verdade,
São minha alma e minhas verdades.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Realidade Paralela

Meus poemas são como meu mantra.
São meus disfarces,
São minha raiz,
Minha identidade.
As letras se juntam formando
Sílabas que se juntam formando palavras,
Que soltas não fazem sentido.
Já chorei, já sorri, já sonhei, já morri...
Em meus poemas.
Na minha zona de conforto.
Meus poemas são meu alicerce,
Minha forma mais natural de expressar
Meus amores.
Um dia eu falei sobre a tristeza
E até nos meus poemas ela existe,
Talvez eu possa aprisiona-la nessa realidade paralela
E fazer dela uma refém a quem se tem o controle.
Quem sabe eu não faça com ela o que ela faz aos outros.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Olho Nu

Um dia alguém vai te abraçar tão forte 
Que os seus perdões 
Serão cuspidos pra fora. 

Um dia alguém vai te dar tanto amor 
Que seus medos 
Vão se esvair. 

Um dia te dirão mentiras 
Tão sinceras 
Que verdades se tornarão. 

Um dia eu farei com que sejam ouvidos...
Tão alto...
Que ecoara. 

Um dia meus sonhos serão reais 
A realidade, uma pedra, a que se pode tocar.
E o futuro: Certo! Previsível, e tangível a olho nu.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Junção

Fui pego pelo ar,
Em movimento, ele foi chamado de vento.
Fui movido pelo H²O, em junção, virou água.
Meus sentimentos um dia foram amor,
Hoje são nada.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Dureza

Amar é dureza,
Nem sempre terá comida à mesa.
Às vezes, você não se reconhecerá.
Às vezes, você vai chorar
E você vai magoar a pessoa amada.
Amar não é moleza,
Amar não dá garantias;
Só atesta o óbvio:
Você está vivo.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Coisas

Coisas que eu escrevo são verdades ocultas.
Coisas que eu digo são almas em chamas.
Coisas que eu penso são gritos.
Berro ao vento...
Digo coisas que não entendem,
Entendo conceitos que não existem.
Coisas que eu escrevo tornam-se verdade;
As verdades, mentira!
Corro ao norte.
Peça pra que eu acorde.
E tropeçam na sorte.
Dia, noite...
Não importa,
O que escrevo é pra mim,
É pra nós,
É pra quem curtir...
Pode até acender um aí.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Nada

Só sinto o nada me consumindo aos poucos.
Só queria que os meus problemas fossem reais.
Que minhas ilusões não fossem tão banais.
Que o banal não me envolvesse em nadas maiores ainda.
O mal estar na cultura, Freud...
O mal estar na alma.
A dor de estar vivo sem viver.
De ser sem existir.
De existir e simplesmente isso.
Por deixar que a vida passe.
Por não se esforçar mais para sorrir.
Consumo
os nadas e ao mesmo tempo
Deixo que eles me consumam e me deixem vazio.