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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tudo Vale a Pena no Final

Em meados de 2150 as pessoas estavam atônitas com um grande crime que estava acontecendo na cidade de Cartes Cite no dia 24 de dezembro, véspera de Natal, era manhã na delegacia e o movimento era grande.

Dáli, que era um delegado muito bem conceituado na cidade vestindo como sempre seu terno preto com sua camisa azul e sua gravata preta, estava dirigindo quando foi surpreendido pelo seu celular.

- Alô quem é? – disse Dáli

- Sou eu Wallace.

- Wallace! Seja breve por que estou dirigindo.

- Houve um assassinado cruel e o assassino ainda está na cena do crime o endereço é...

Assim que Wallace terminou de passar o endereço, Dáli imediatamente jogou o celular no banco do carro, pisou fundo no acelerador do carro e dirigiu em direção à cena do crime.

Sua expressão era de muita empolgação seus olhos verdes e sua pele branca não deixavam transparecer seu nervosismo. Ao chegar, a polícia já tinha cercado tudo, as pessoas em volta todas aflitas pensando no que havia acontecido ali, por que tinha tantos policiais, só o que sabiam é que havia acontecido um crime cruel, coisa que nunca havia acontecido na cidade de Cartes Cite.

Wallace era detetive de Dáli a mais de cinco anos e era de sua inteira confiança tinha um estilo único, era branco, alto, robusto, parecia um segurança, era forte, tinha 32 anos se formou em uma das melhores escolas de Direito do Brasil, toda semana ia malhar na academia, era muito vaidoso.

- Wallace o que está acontecendo aqui? - disse Dáli

- Ainda não sabemos estávamos a sua espera, vamos entrar?

Arrombaram a porta e ao entrar a surpresa uma mulher! Linda, loira, alta, com seus olhos castanhos esverdeados, com certeza pode enfeitiçar todos os homens que quiser. Ela saltou para uma janela e por lá se foi sem deixar vestígios à única prova de que ela esteve ali é a lembrança e a imagem que nunca sairia de sua cabeça. Todos ainda atiraram e correram atrás para tentar pega-la, mas já era tarde.

Agora estavam com um mistério em mãos, na cena do crime não havia sangue não havia marcas de tiro nem mesmo a casa estava desarrumada tudo estava na mais perfeita harmonia tudo em seu lugar como se nunca tivesse acontecido um crime ali a única prova de que tinha realmente acontecido um crime, era os 05 corpos da família Watson que estavam no chão, à família era de três filhos mais o Sr (o) Mart Watson e a Sr (a) Carie Watson, as crianças estavam caídas perto da escada os pais estavam caídos na cozinha.

- Wallace, alguma testemunha? - pergunta Dáli?

- Parece que sim. Uma senhora, que estava assistindo televisão na hora do crime ela já está nos esperando na sala de interrogatório podemos ir.

E assim foram até a sala de interrogatório com muita curiosidade os dois não paravam de morder os lábios imaginando o que aquela senhora tinha para lhes contar. Ao chegarem viram aquela senhora, seu rosto era angelical, ela parecia ser uma senhora muito boa lembrando até a vó de Dáli.

- Sr (a) Martha conte-nos o que a senhora viu ou ouviu está noite?

- Eu ouvi um grito muito forte vindo da casa dos Watson era a Carie. Eu estava assistindo televisão e depois desse grito não ouvi mais nada.

- Sr (a) Martha pode nos contar um pouco sobre a família Watson? - pergunta Dáli?

- Sim. Todos eram muito felizes o senhor Mart era o pai de seus três filhos duas meninas e um menino que era o mais inteligente da família, sua mãe era uma dona de casa, para ela tudo estava perfeito os filhos estavam estudando, o marido trabalhando, tudo indo bem só que ela não esperava que isso acontecesse, tinham planos de fazer uma grande festa para o Natal e reunir a família toda. Agora nem sei como eu vou passar esse natal.

Wallace e Dáli continuaram o interrogatório por mais uma hora e meia, afinal essa senhora era tudo que eles tinham, até que exaustos e vendo que a senhora tinha lhes contado tudo que sabia encerram o interrogatório.

- Muito obrigado Sr (a) Martha se lembrar de mais alguma coisa, qualquer coisa que possa nos ajudar, aqui está meu cartão é só me telefonar. - diz Dáli um pouco tremulo

E agora Wallace? Não temos nada não temos o assassino, que é uma mulher, não temos a causa da morte e nem ideia de como vamos solucionar esse caso. - diz Dáli

Wallace pensa um pouco e meio desconfiado diz:

- Não podemos solucionar esse caso, até por que não tem solução, é como se o mundo acabasse nós não íamos poder evitar. Não temos o que investigar só se sabe que foi um assassinato por que vimos à mulher fugindo da casa na hora em que chegamos, da mesma forma ainda não sabemos se foi assassinato por que não sabemos a causa da morte.

Dáli não queria perder mais uma investigação, mas não tinha jeito. Investigaram tudo, não encontraram digitais nem nada que pudesse levá-los a um resultado plausível. Wallace se lembrou da promoção que haverá de ganhar, que era de ser promotor na cidade de Criviler sit, junto com Dáli, que nem se quer imaginava-se longe da cidade de Cartes Cite, um lugar onde ele adorava. Esse definitivamente haverá de ser seu pior natal.

- O que você acha Dáli é uma ótima ideia, agora que entregamos aquele caso não temos por que não ir.

- Eu ainda gosto muito desta cidade pois foi aqui que passei a maior parte da minha vida, foi bem aqui que eu tive as melhores felicidades e tristezas também, se eu me mudar daqui é como se eu largasse tudo isso e esquecesse o passado, coisa que não posso e não quero fazer.

Os dois conversaram durante horas, ate que Dáli já nervoso com a insistência do amigo grita enfurecidamente:

- Eu não vou largar minha cidade, aqui é minha raiz, é o lugar onde eu cresci e é o lugar onde eu vou morrer!

Wallace responde a altura.

- Tudo bem, se você quer ficar com sua cidade então pode ficar, eu vou em bora daqui, e você se for inteligente também vai.

Essa haveria de ser a briga mais intensa que Wallace e Dáli tiveram em anos de amizade. Dáli refletiu durante horas essa possibilidade e que a briga com Wallace foi inútil e totalmente desnecessária.

No dia seguinte Dáli encontra com Wallace no trabalho, os dois com a cara inchada sinal de que choraram muito durante a noite toda, mas eles não se rendem e finge indiferença, parecendo até dois velhinhos turrões quando brigam um com o outro, e assim foi durante o dia todo, mal se falavam.

Foi quando um criminoso que estava sendo detido pega a arma de um policial e faz Wallace de refém, Dáli imediatamente se manifesta tomando a arma da mão do criminoso é quando Wallace diz:

- O brigado... amigos?

- Sim, nunca deixamos de ser. Eu estive pensando sobre o que você falou e eu aceito sim está na hora de mudar, Criviler sit ai vamos nós!

Na despedida todos os vizinhos preparam uma surpresa, cada um preparou uma coisa diferente para os dois.

E assim os dois partiram em direção a Criviler sit, em busca de novas aventuras e até quem sabe um grande amor.
Cinco anos depois...

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2 comentários:

Henrique Abrantes disse...

Atendendo a pedidos, finalmente postei o começo do livro...
Eu fiz várias correções, porém não sou um especialista, então não se prendam a isso.

brulinda disse...

nossa ta muito interresante a historia prende naum vejo a hora de ler o livro todo prabéns henrique vc esta cada vez melhor