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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Viver em Rede no Século XXI

Os limites Entre o Público e o Privado

Estamos na era da informação, nunca antes as máquinas e a internet foram tão importantes para o nosso conforto e comodidade. A internet nos aprisiona e nos escraviza de forma intensa e subliminar, somos tão presos nessa teia chamada de rede que se quer percebemos e é por isso que essa prisão é tão forte. Muitos dizem não usar a internet e até a criticam, mas tem conta no banco e viaja de avião, o que é uma contradição.

Este ano fomos vítimas de uma série de ataques cibernéticos realizados por crackers, que invadiram o e-mail pessoal da atual presidenta “Dilma Rousseff”, eles também derrubaram sites do governo e mais recente invadiram celulares de atrizes de cunho mundial. Isso nos faz refletir; até que ponto a internet é segura, até onde a tecnologia pode afetar nossa privacidade, afinal temos câmeras espalhadas por todo o planeta, os satélites estão cada vez mais focados nas pessoa e em suas particularidades. O Google Street View que o diga, virou hit na rede.

O conjunto desta e outras ferramentas contribuem -inevitavelmente- para o fim da privacidade, por outro lado nos dá a ilusão de segurança, estamos sendo monitorados a todo momento e ficamos felizes por isso. Há pessoas que precisam ser monitoradas, mas ai são exceções e bem vindas nas penitenciárias.

Durante muito tempo lutamos e trabalhamos em prol de projetos mirabolantes voltados para a melhoria ou qualidade de vida de todos, o pensamento de uma revolução das máquinas não é novo e vai se tornar cada vez mais comum. Para alguns as máquinas representam bichos de sete cabeças, para outros aparatos básicos para a sobrevivência da vida na terra. Essa dualidade tem seu cume na escolha de liberdade e a prisão, a escolha pela liberdade implica em uma série de fatores, ela vai trazer a diversidade e o saldo negativo.

Não podemos escolher pela liberdade sem aceitar as consequências disso.”

Com base nos aspectos analisados, a internet representa um campo aberto com infinitas ligações, escolher o caminho certo ou errado a seguir depende de cada um. As máquinas não são as culpadas, mas quem as cria e as opera.

Obs. Este foi o tema do Enem que eu tive o prazer de fazer nos dias 22 e 23 de outubro de 2011. Não é exatamente o texto que realizei no dia, porque o mesmo eu não tive acesso, mas tentei me aproximar ao máximo.

Obs². No dia 21.12.2011 saiu a nota do Enem e com esta redação eu tirei 420.0 uma nota medíocre. Tendo em vista que em 2009, com este blog ainda incipiente, tirei 700.0. Isso mostra o quanto eu regredi.

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