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domingo, 15 de janeiro de 2012

Tarde de Quinta

Vejo nuvens carregadas, a água que
cai do céu forma uma cachoeira para
os pássaros que voam cantantes para
todos os lados, sem se preocupar com
os fortes raios que cortam o infinito.

Sob uma oca e com meu gato a
ronronar, escrevo esses versos sem que
alguém pare para escutar. 

As veias
saltam ao firmar a caneta, assim como o
sol se mantém a espreita, pronto para
entrar em cena.

Embaixo de tamanho espetáculo, um casal
de namorados se beijam e se abraçam, a
despreocupação é evidente e só o que vemos
é o calor ardente.

 Já saindo faíscas, um trovão
os lança na contramão, sem direção,
dependentes da estação, se trata do verão.

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