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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Cerebelo

As rachaduras no fio engendrados no doce balançar das árvores, nas noites frias de verão, no calor do inverno [...]. Pulando sobre galhos meu cérebro se desloca para bem longe, segue a estrada. Sem destino; ele está perdido!

Ajude-me, ele grita.
Você me comanda, não o contrário. Como posso te ajudar? Digo à distância, na ânsia por uma resposta profícua, mas no fundo uma certeza me vinha fazendo-me perceber que as respostas já estavam em mim. Só o que restava era a dúvida.

Uma ilha, norteada por pensamentos.
De um lado e do outro, com fissuras no cume de sua essência, por toda parte se via o terror. Essa ilha está ruindo. Seus destroços se espalharão por todo o self contaminando e contagiando cada vez mais pensamentos puros e limpos.

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