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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Independência ou Morte

Face a face com a verdade e nem ao menos a reconhecemos. Biologicamente em perfeito estado de visão, mas completamente sem noção. Noção de realidade; daquilo que valorizamos e que acreditamos ser o melhor. 

Na rouquidão da minha voz dou meu último grito, como Dom Pedro I em 1822 as margens do rio Ipiranga; proclamo independência -não do Brasil-, mas independência intelectual e autonomia de raciocínio. Uma verdadeira revolução do saber e do conhecimento, a verdadeira era da informação, é agora, e não seremos mais dependentes de mentes mirabolantes e perversas que nos escravizam com sua cultura e dogmas irrelevantes que mais servem de algemas diante de presos tão frágeis e sensíveis. 

Leia um livro. Não há conselho mais sábio no mundo. Vamos, aos poucos, mostrar quem somos de verdade e abolir de nossas vidas a ignorância, o ódio e principalmente a intolerância. Conceitos burros e que abrigam apenas as mentes daqueles que não conhecem o verdadeiro saber e a verdadeira sabedoria da vida, o controle e a inteligência emocional, dar-te-ei isso. Leia um livro, seja do que for. 

Como uma puta em um bordel de 5° categoria te darei, mas como uma puta cobrarei e meu preço é muito barato. Abro minhas páginas por um ligeiro esforço de sua parte, um esforço que envolve interesse e força de vontade. Nada mais que isso te subtrairei. Leia um livro e se fascine com o mundo mágico da imaginação. 

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