Páginas

Marcadores

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Outrora

Servem de alimento à pobreza,
descendem da nobreza do lixo, numa metáfora banal.
Comem e bebem o sangue, num monturo qualquer.
Esquecem-se do múnus,
talvez pela lanugem ou finura no que concerne à experiência.
Reticente em sentido, voraz na fome pela franqueza.
Quase um silvícola no trato social.
Elitista na filosofia do saber.
Quase melífluo, mas afluente.
Um eterno monólito no caminho de quem preza pelo traquejo.
Crasso. Assim é o Homo Sapiens.

Nenhum comentário: