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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014


Doam sua liberdade.
Comem o pão e bebem o vinho.
Numa vela e meia, eles oram.
Perdem!
Acorrentam-se, sacrificam-se, torturam-se... Por pouco.
Por quê?
Amor... Fé... Ignorância?
Na dualidade de sentidos e caminhos há uma complexidade na escolha, o certo ou o errado pode não fazer sentido. A verdade pode ser um ponto de vista. Tudo se baseia na fé. A fé de que a metafísica faz sentido. A fé de que existimos. A fé de que somos capazes de pensar e refletir.
No fim, nem o fim faz muito sentido.

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