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quarta-feira, 5 de março de 2014

Absorto

Esperando o nosso encontro, eu permaneço.
Imersa.
Sozinha.
Os teus olhos me iludem.
Me cegam.
E assim eu permaneço.
Imersa.
Nos teus encantos,
Teus mantos...
Sozinha.
Mas eu estou afundando, querido.
E você não vem me encontrar.
Imagino sua mão na minha,
A dor parece acabar.
E em meio a essa escuridão, você surge.
Vê-me afundar.
Sozinha.
Não mais imersa, morta.


Poema de  Karoline Soares, em minha homenagem.
Obrigado!

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