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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Culpa

Ela me vem como um pensamento impróprio.
Ela me atormenta;
me consome por inteiro.
Brinca com meus pensamentos.
Desfaz minha racionalidade.
Quase não sobra nada.
Como uma criança, ela se diverte com pouco.
Corrói a ínfima dignidade que me resta.
Ela me testa e o faz consciente.
Ela é a minha moral, a juíza, quase do mal.
Uma inquisidora, ela... sou eu.

Um comentário:

António Jesus Batalha disse...

Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens é um bom blog, daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
Tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita.
Ficarei radiante se desejar fazer parte dos meus amigos virtuais, saiba que sempre retribuo seguido também o seu blog. Minhas saudações.
António Batalha.