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quarta-feira, 30 de março de 2016

Galliano

Talvez sejamos os únicos que nos entendemos
Dentro do nosso não entendimento.
Ajudamo-nos e foi espontâneo.
Você é meu amigo!
Demorou, mas a maturidade chegou.
Compreendemos nossos dizeres,
Delimitamos nossos limites.
Compreendemo-nos como nunca seremos compreendidos.
Nunca foi físico!
Você é meu amigo!
Testamo-nos tanto que no fim acabamos por nos aceitar.
E o panda nunca fora tão fofo...
O implicante deixou de implicar;
Com o tempo, passou a amar!
Seu coração -de pedra-
Continua sólido, gris;
Mas -vez ou outra- uma batida ousa dar.
Por você... Meu amigo!

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