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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Realidade Paralela

Meus poemas são como meu mantra.
São meus disfarces,
São minha raiz,
Minha identidade.
As letras se juntam formando
Sílabas que se juntam formando palavras,
Que soltas não fazem sentido.
Já chorei, já sorri, já sonhei, já morri...
Em meus poemas.
Na minha zona de conforto.
Meus poemas são meu alicerce,
Minha forma mais natural de expressar
Meus amores.
Um dia eu falei sobre a tristeza
E até nos meus poemas ela existe,
Talvez eu possa aprisiona-la nessa realidade paralela
E fazer dela uma refém a quem se tem o controle.
Quem sabe eu não faça com ela o que ela faz aos outros.

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